A Panini,
maior empresa do ramo de álbuns de figurinhas no Brasil, anunciou a criação do Guia
do Colecionador UFC. Agora, os amantes de artes marciais mistas, leia-se, MMA,
já podem comprar e trocar cards e seus principais lutadores. O motivo do lançamento
deste projeto está no forte número de pessoas que vem acompanhando o esporte,
principalmente após a realização do Ultimate Fighting Championship, em São Paulo.
Agora vocês devem
estar se perguntando, mas porque o Espaço do Vôlei está falando sobre MMA. A
resposta é simples, já que esse trabalho da Panini estava em gestação quando o
central Gustavo iniciou a campanha via redes sociais da criação do Álbum da
Superliga. Com a ida para as bancas do livro ilustrado dos lutadores, a
possibilidade de iniciar um acordo com a CBV para fazer o mesmo com o vôlei
aumenta.
Tanto a Confederação
Brasileira de Vôlei quanto a editoria não querem adiantar nada, mas questões
ligadas ao uso das imagens de atletas, dos patrocinadores de cada clube e da
parceria com a Rede Globo, que detém os direitos de transmissão, precisam ser resolvidas
ainda este mês para que o projeto saia do papel.
Se o UFC
chamou tanto a atenção do brasileiro e logo um álbum foi lançado, isso ocorre também
devido ao estilo de administração com direitos de imagens. Hoje cada lutador
que se inscreve em um evento de Dana White sabe que pode aparecer em qualquer
produto com o logo do UFC. Na Superliga, a CBV tem o controle do evento, mas
cada atleta precisa da autorização de seu clube e patrocinadores para ter sua
imagem divulgada.
Esperamos
que as reuniões de novembro sejam produtivas, já que se existe uma confederação
esportiva bem organizada no Brasil esta é hoje a CBV. Além disso, atualmente a
Superliga é um dos campeonatos mais disputados do mundo e o torcedor brasileiro
tem a oportunidade de ver em diversos ginásio do país os principais nomes da seleção
de Bernardinho.
foto:
Divulgação