A edição 2026 da Superliga C promete ser bastante movimentada não apenas nas quadras mas nos bastidores. A Confederação Brasileira de Vôlei confirmou que cada federação estadual deverá indicar dois clubes para participarem da fase regional, que ocorrerá de 29 de julho a 9 de agosto. As cidades sedes serão reveladas no dia 5 de junho, enquanto os clubes inscritos dois dias antes, ou seja, os próximos dias serão de conversas e análises antes do anúncio oficial.
Em 2025 tivemos alguns estados com mais de dois participantes, como Roraima (três), Rondônia (três), Bahia (três), Mato Grosso (quatro), São Paulo (quatro) e Paraná (três). Como fica a cargo de cada federação estadual indicar seus dois clubes, a pergunta é como será feito isso. Pode ser por colocação no último torneio ou participação na própria Superliga C passada ou até mesmo devido a estrutura montada e investimento.
Pegamos o caso de São Paulo, que deve contar com dez times na sua divisão especial este ano. Temos cinco clubes na elite nacional (Vôlei Renata, Sesi Bauru, Suzano Vôlei, Viapol/São José e Vôlei Guarulho/BateuBet) e dois na Superliga B (Arujá Vôlei e Sabesp Praia Grande). Restam Climed/Atibaia, São Caetano e Vôlei Itaquá, sendo que ainda temos os clubes que disputaram a última Superliga C, casos de Santo André, Arthur Nogueira e São Carlos.
Com a limitação de times por estado, a região norte pode ter até 14 participantes, o nordeste até 18, o centro-oeste até oito, assim como o sudeste, enquanto a região sul terá até seis clubes na disputa. Os campeões de cada região se classificam para a fase nacional, que está agendada para o período de 6 a 16 de outubro. Esses se juntam aos quatro rebaixados da Superliga B, casos de Apan-Blumenau (SC), Aprov-Chapecó (SC), Pantanal Vôlei (MS) e América/SSC (RN).
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