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setembro 11, 2022

(Campeonato Mundial) Brasil supera a Eslovênia e conquista o bronze

Brasil x Eslovênia
Jogando na Spodek Arena, em Katowice, a Seleção Brasileira venceu a Eslovênia por 3 sets a 1, parciais de 25/18, 25/18, 22/25 e 25/18, e conquistou a medalha de bronze no Campeonato Mundial. O oposto Wallace anotou 22 pontos e foi fundamental para o resultado, assim como Leal, que fez 19 pontos. Os comandados de Renan Dal Zotto terminam a competição com uma campanha de seis vitórias e uma derrota.

“Muito feliz com essa vitória. Estávamos dominando nos dois primeiros sets e acabamos tendo um apagão no terceiro. Mas o importante é que tivemos a participação de todos, fizemos um grande quarto set. Eu tentei dar minha contribuição em todos os fundamentos, tentei ser o mais completo possível e hoje deu certo. Estou muito orgulhoso deste time, vamos agora comemorar”, disse o levantador Bruninho.

“Estamos no pódio, um lugar que o Brasil deve sempre estar. Trabalhamos muito a temporada toda, convivemos com lesões, viagens longas, merecíamos. E o Brasil está entre os três melhores do mundo. Estou muito feliz pelo resultado, foi um jogo incrível, nos superamos a temporada toda, e entramos com muita garra, e fomos coroados com esse bronze”, afirmou o central Flávio.

“Eu não imaginava que ajudaria tanto o time nesta competição. Consegui me reinventar. Agradeço demais ao grupo, que me ajudou a todo o momento. Quem estava conosco em Tóquio sabe o quanto foi doído. Então eu não me via sem ganhar esse jogo e sair daqui sem essa medalha hoje. Estou feliz demais em conquistar esta medalha de bronze”, comentou Wallace.

“Ontem saímos chateados, mas não tínhamos tempo para ficar pensando muito na derrota pois precisávamos estar inteiros hoje. Foi um jogo lá em cima e hoje nos recuperamos, e saímos daqui com um gostinho muito bom e uma medalha no peito”, disse o líbero Thales.

“Queríamos muito estar no pódio, por isso esta foi uma vitória muito importante. Jogamos bem os dois primeiro sets e acabamos tendo uma quebra no terceiro. No quarto set retomamos a concentração e os jogadores administraram bem. Foi uma vitória importante para a seleção brasileira. E este grupo fez por onde para chegar no pódio”, finalizou o técnico Renan Dal Zotto.

foto: FIVB/Divulgação

(Campeonato Mundial) Brasil enfrenta a Eslovênia pela medalha de bronze

Brasil encara a Eslovênia
Neste domingo, às 13h (horário de Brasília), a Seleção Brasileira entra na quadra da Spodek Arena, em Katowice, para enfrentar a Eslovênia na busca da medalha de bronze no Campeonato Mundial. Os comandados de Renan Dal Zotto tentam subir ao pódio após a derrota no tie-break para os poloneses na semifinal e demonstrarem que não existe ‘desmotivação’ para a disputa do 3º lugar.

Depois de três vitórias no Grupo B da primeira fase, contra Cuba, Japão e Catar, a Seleção Brasileira bateu o Irã nas oitavas de final e na sequência venceu a Argentina nas quartas de final. Diante da Polônia e de uma Arena lotada, a equipe verde e amarelo teve altos e baixos na partida, mas conseguiu mostrar um grande volume de jogo, mesmo com desfalques importantes, como a lesão de Lucarelli no final do quarto set.

Aliás, o ponteiro deve ficar de fora contra a Eslovênia e em seu lugar entra Rodriguinho, que foi bem diante da Polônia. Outra dúvida é sobre a titularidade de Fernando Cachopa, que acabou saindo de quadra em meio ao segundo set na partida de ontem, dando lugar ao experiente Bruninho.

Na Eslovênia, que perdeu para a Itália na semifinal por 3 sets a 0, parciais de 25/21, 25/22 e 25/21, vale destacar os ponteiros Cebulj e Mozic, além do bom oposto Toncek Stern. A seleção européia esteve no Grupo D na fase classificatória, onde bateu Camarões, perdeu para a França e superou a Alemanha. Nas oitavas de final passou novamente pelos alemães e nas quartas de final venceu a Ucrânia.

foto: FIVB/Divulgação

setembro 10, 2022

(Campeonato Mundial) Em grande jogo, Brasil perde para a Polônia na semifinal

Brasil x Polônia
Jogando na Spodek Arena, em Katowice, a Seleção Brasileira perdeu para a Polônia por 3 sets a 2, parciais de 25/23, 18/25, 20/25, 25/21 e 12/15, pela semifinal do Campeonato Mundial. Um dos destaques foi o oposto Kurek, que anotou 24 pontos, e foi fundamental na vitória. Agora, a equipe comandada por Renan Dal Zotto espera quem perder entre Itália e Eslovênia, que jogam logo mais para saber quem será o adversário da disputa do 3º lugar.

Lucarelli foi o principal pontuador do lado brasileiro com 18 acertos (15 de ataque, dois de bloqueio e um de saque). Apesar do destaque, Lucarelli saiu de quadra ainda no final do quarto set com dores na panturrilha esquerda. O ponteiro Leal marcou 13 pontos, o oposto Wallace fez 12 e os centrais Lucão e Flávio fizeram 10 pontos cada um.

“Nos dedicamos ao máximo, fomos empenhados em dar tudo o que poderíamos para conseguir a vitória. Foi um jogo pegado e decidido nos detalhes. Claro que fica um gosto amargo pelo resultado. Mas oscilamos em alguns momentos e, para buscar o placar em uma partida de altíssimo nível como essa, é difícil”, afirmou o central Flávio.

“Agora é hora de entender onde pecamos e focar na disputa pelo bronze. Tivemos a chance de abrir dois pontos ali no final do tie-break e não conseguimos. E assim são os jogos, se não consegue converter as oportunidades, acaba sendo um problema. Jogos deste nível são definidos nos detalhes”, disse o levantador Bruninho.

“Os atletas se entregaram ponto a ponto, lutaram até o fim. Queríamos muito chegar em mais uma final, tínhamos o foco todo nisso, mas não deu. O jogo foi decidido lá em cima, no detalhe. Agora temos que ter paciência, pensar na medalha de bronze, pois um pódio é fundamental para nossa equipe”, finalizou o treinador Renan Dal Zotto.

foto: FIVB/Divulgação

setembro 09, 2022

(Campeonato Mundial) Brasil encara a Polônia pela semifinal neste sábado

Brasil encara a Polônia
Pela sétima vez consecutiva, a Seleção Brasileira chega à semifinal do Campeonato Mundial. Uma final seria a sexta em sequência, e uma conquista, o quarto título. Para isso, é preciso superar a Polônia, dona da casa, neste sábado, às 13h (horário de Brasília), na Spodek Arena, em Katowice. O time comandado por Renan Dal Zotto chega para o duelo com uma campanha de cinco vitórias em cinco jogos, com apenas três sets perdidos.

“O que me deixa muito feliz é a entrega de cada um. O nosso dia a dia, o que é feito fora da quadra, tem proporcionado isso. Temos uma característica muito clara que é a mescla de gerações. E é impressionante a cumplicidade que eles têm um com o outro, um dos ingredientes mais importantes na formação desta equipe. Não é garantia de nada, mas é importante. O que acontece durante os jogos é reflexo de tudo isso”, explica o técnico Renan Dal Zotto, que elegeu a estreia contra Cuba como o momento mais difícil da campanha até aqui.

“Este formato do Mundial é diferente das edições anteriores, com menos jogos. Cada set contou para a classificação geral, com impacto nos cruzamentos das fases eliminatórias. Viemos sabendo que precisaríamos jogar sete partidas, e para isso nos preparamos”. 

 Na união do grupo está um dos segredos da superação da equipe brasileira. Antes da viagem para o Mundial, Renan perdeu o oposto Alan e o central Isac por lesão. Na ausência de Lucarelli, com dores na panturrilha, Rodriguinho deu seu recado nas oitavas de final contra o Irã. Estão todos ali, prontos para o que der e vier.  

“Cada vez que uma peça se machuca, ficamos preocupados, pois todos são importantes no nosso conjunto. E nesses momentos os que estão no banco mostram seu valor. Todas as vezes em que precisamos, os que estavam fora corresponderam. No caso dos levantadores, hoje temos dois titulares, dois atletas de imenso talento. Os dois se ajudam muito, e independentemente de quem estiver na quadra, o outro está de fora dando suporte. Esta cumplicidade é importante para nossos objetivos”, explica Renan. 

Na semifinal, o Brasil terá em quadra jogadores que estão entre os melhores da competição. Leal é o atacante mais eficiente; o segundo maior pontuador do Mundial, com 93 acertos; e está no top 10 de melhores sacadores. Thales lidera o ranking de defesas e está em sexto no de recepção. Flávio é o quarto entre os bloqueadores; e Cachopa, o quinto entre os levantadores. Todos com o desafio de parar a equipe que venceu as duas últimas edições do Mundial.

“A seleção polonesa é muito consistente, agride o tempo todo. A melhor forma de nos defendermos é atacando também. Isso significa um saque forte pressionando, um bloqueio agressivo e um sistema de defesa funcionando. Será um jogo aberto. Eles terão o apoio da torcida, o que traz uma motivação extra. Mas nós estamos vivendo um bom momento”, analisa o treinador.

Na outra semifinal, que ocorre também neste sábado, às 16h (horário de Brasília), a Itália encara a Eslovênia.

foto: FIVB/Divulgação

setembro 08, 2022

(Campeonato Mundial) Brasil supera a Argentina e avança as semifinais

Brasil x Argentina
Em um clássico bem disputado, a Seleção Brasileira derrotou a Argentina por 3 sets a 1, parciais de 25/16, 23/25, 25/22 e 25/21, na cidade de Gliwice, na Polônia. O ponteiro Leal foi o principal destaque do time verde e amarelo ao anotar 25 acertos. Agora, a equipe comandada por Renan Dal Zotto espera o vencedor do confronto entre Polônia e Estados Unidos, que se enfrentam logo mais às 16h (horário de Brasília).

“O time jogou muito bem, estamos felizes por este resultado. Pude colaborar e me saí bem, consegui virar bolas importantes. Agora já é hora de pensar na semifinal”, disse o ponteiro Leal.

“Estar em mais uma semifinal de Mundial é uma satisfação muito grande. Todos os nossos últimos jogos contra a Argentina foram duros. É sempre uma partida complicada, pois eles têm um tipo de jogo com o qual não encaixamos bem, de pouco erro, de joga e volta. Mas conseguimos fazer isso muito bem também”, afirmou o central Lucão.

“Ganhar é sempre bom. Ainda mais em um playoff, garantindo um lugar na semifinal. Vamos esperar o adversário da próxima fase e aproveitar esta energia boa”, declarou o ponteiro Lucarelli. 

“Estou feliz demais por estarmos em mais uma semifinal de Mundial. Foi um jogo muito equilibrado. Começamos muito bem no primeiro set, mas o time argentino foi muito habilidoso em mudar o ritmo de jogo, de uma maneira que até o final cada bola foi muito disputada. Agora vamos recuperar o nosso time e aguardar para ver quem vamos encarar na semifinal”, finalizou o técnico Renan Dal Zotto.

foto: FIVB/Divulgação

setembro 07, 2022

(Campeonato Mundial) Brasil faz clássico contra Argentina nas quartas de final

Brasil no Campeonato Mundial
A Seleção Brasileira segue na busca do quarto título do Campeonato Mundial. Depois de superar o Irã nas oitavas de final, a equipe comandada por Renan Dal Zotto terá um velho conhecido do outro lado da rede pelas quartas de final da competição: a Argentina. O clássico sul-americano, que vale vaga na semifinal, acontece nesta quinta-feira, dia 8, às 12h30min (horário de Brasília), na cidade de Gliwice, na Polônia.

Este será o primeiro encontro dos dois times na temporada 2022, já que as seleções não se cruzaram na Liga das Nações. Os argentinos ficaram na terceira posição do Grupo F, e nas oitavas de final passaram pela Sérvia com vitória em sets diretos. A última partida entre Brasil e Argentina foi pelo título do campeonato Sul-Americano, há um ano, em setembro de 2021, em Brasília, quando os brasileiros levaram a melhor por 3 a 1.

“Quartas de final de um Campeonato Mundial sempre será uma partida equilibrada, com muita atenção dos dois lados. E enfrentar a Argentina sempre tem um aspecto diferenciado, pois trata-se de um clássico sul-americano. E toda vez que estas equipes se enfrentam fazem partidas interessantes. O mais importante é termos condições de estudar bastante os argentinos e fazer o nosso melhor. Entregar nossos fundamentos em um nível de excelência”, contou o técnico da seleção brasileira, Renan Dal Zotto, que destacou a paciência como trunfo para o duelo desta quinta-feira.

“O time argentino tem bons sacadores, mas a característica principal é o volume de jogo. Então precisamos jogar com paciência e colocá-los sob pressão o tempo todo. É uma equipe que merece todo o nosso respeito”, completou.

Quem passar do confronto entre Brasil e Argentina encara nas semifinais o vencedor do duelo entre Polônia e Estados Unidos. Já a outra semifinal está definida, pois nesta terça-feira, a Itália bateu a França, no tie-break, e a Eslovênia passou pela Ucrânia, por 3 sets a 1.

foto: FIVB/Divulgação

setembro 06, 2022

(Campeonato Mundial) Brasil bate o Irã nas oitavas e vai encara a Argentina

Brasil x Irã
A Seleção Brasileira derrotou o Irã por 3 sets a 0, parciais de 25/17, 25/22 e 25/23, na cidade de Gliwice, na Polônia, pelas oitavas de final do Campeonato Mundial. O destaque ofensivo do jogo foi o ponteiro Leal, com 20 acertos, enquanto o líbero Thales fez boa partida. Nas quartas de final, a equipe comandada por Renal Dal Zotto enfrenta, na próxima quinta-feira, a Argentina, medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos de Tóquio, que eliminou a Sérvia.

“Foi um bom jogo, e mais uma vez consegui me destacar, mas não olho isso, o importante é o resultado positivo. Nós estudamos muito bem o time iraniano, e não deixamos eles tomar o ritmo do jogo. Contra a Argentina, um clássico sul-americano, precisamos estar muito concentrados. Eles estão muito confiantes depois de quase ficar de fora da fase decisiva, venceram de forma convincente a Sérvia nas oitavas de final", disse o ponteiro Leal.

“Estou muito feliz com a oportunidade, apesar de ter sido por uma questão não muito boa, mas somos uma equipe unida e no momento que precisar todos estão prontos para corresponder. Sair com 3x0 é um grande resultado, ainda mais vendo que essas oitavas de final tiveram partidas bem apertadas”, afirmou o ponteiro Rodriguinho, que entrou na vaga de Lucarelli (lesionado).

“Hoje o time do Irã entrou modificado, com alguns jogadores que não tinham jogado muito na competição. Então demoramos um pouco para nos adaptarmos ao jogo, ter a leitura correta das jogadas. Mas o importante é que nos momentos de adversidades conseguimos reverter e alcançamos uma vitória muito importante”, disse o central Lucão..

“Hoje foi uma vitória da superação, depois de uma semana sem jogar, muita expectativa e ansiedade na espera de voltar a entrar em quadra. O time jogou bem, foi muito eficiente no sistema de bloqueio e defesa, sacamos muito bem, colocamos o time iraniano sob pressão o tempo todo. Agora já temos que pensar na Argentina, nosso adversário nas quartas de final. Um time extremamente competente, que conhecemos as qualidades. Já vamos trabalhar amanhã ajustando algumas coisas e pensando na Argentina”, concluiu o técnico Renan Dal Zotto.

foto: FIVB/Divulgação

setembro 05, 2022

(Campeonato Mundial) Brasil encara o Irã nesta terça-feira pelas oitavas de final

Brasil em quadra no Campeonato Mundial
Nesta terça-feira, às 16h (horário de Brasília), a Seleção Brasileira entra em quadra pelas oitavas de final do Campeonato Mundial para enfrentar o Irã, na cidade de Gliwice, na Polônia. O time verde e amarelo vem de três vitórias na fase classificatória (sobre Cuba, Japão e Qatar) e busca o quarto título e a sexta final consecutiva do torneio.

O Brasil chega embalado, mas também com novidades, como é o caso da titularidade de Fernando Cachopa no lugar de Bruninho. Além disso, o técnico Renan Dal Zotto vem utilizando bastante o central Flávio, que ganhou espaço durante a temporada. No lado do Irã, que conquistou duas vitórias (Argentina e Egito) e sofreu uma derrota (Holanda) na fase classificatória, entre os destaques da equipe está o ponteiro Ebadipour, que joga no Allianz Milano, da Itália.

“O Irã é um adversário muito competente, sempre fazemos jogos duríssimos contra os iranianos. É uma equipe muito forte fisicamente, tem um grande oposto que sempre pontua bem nos jogos, é uma das peças que teremos que ter mais atenção no confronto. Este será um jogo de tudo ou nada. Temos que saber que precisamos dar o nosso melhor para avançarmos na competição”, avaliou o central Flávio.

“Agora a competição chegou em um ponto que não cabe mais erro, quem perder está fora, não tem mais favorito. Quem não der o seu melhor volta para casa. Nosso foco no momento está todo no Irã, mas ninguém terá vida fácil, não, todo jogo é uma guerra. O time iraniano conta com atacantes fortíssimos e tem um ótimo poder de saque. A nossa equipe precisa jogar com equilíbrio, e não depender somente de um fundamento”, concluiu o técnico Renan Dal Zotto.

Já estão classificadas para as quartas de final, as seleções da Eslovênia (bateu a Alemanha), da Itália (passou por Cuba), dos Estados Unidos (venceu a Turquia), da Polônia (passou pela Tunísia), da Ucrânia (superou a Holanda) e da França (derrotou o Japão). Além de Brasil e Irã, a última vaga restante sairá do duelo entre Sérvia e Argentina, que também entram em quadra nessa terça-feira.

foto: FIVB/Divulgação

agosto 31, 2022

(Campeonato Mundial) Brasil enfrentará o Irã nas oitavas de final

Bruninho
A Seleção Brasileira conheceu o caminho dos playoffs do Campeonato Mundial, que ocorre simultaneamente na Polônia e na Eslovênia. Com o final da primeira fase encerrado nesta quarta-feira, o chaveamento colocou o Irã como adversário do Brasil nas oitavas de final. A Federação Internacional de Vôlei (FIVB) ainda vai divulgar a data e o horário do jogo em Gliwice, na Polônia, mas a tendência é que o confronto seja na terça-feira, dia 6.

Os comandados do técnico Renan dal Zotto terminaram a primeira fase de forma invicta e líderes do Grupo B, superando Cuba, Japão e Qatar. Na classificação geral, o Brasil obteve a quarta melhor campanha, mas foi direcionado para ser o quinto cabeça de chave, já que a Eslovênia (7º) foi alçada ao segundo posto por ser um dos anfitriões. A Polônia (3ª) acabou virando o primeiro cabeça de chave também por ser país-sede.

Esse vai ser o primeiro duelo entre Brasil e Irã em Mundiais. As duas equipes mediram forças recentemente na Liga das Nações, com vitória verde e amarela por 3 sets a 0. Se passar pelos iranianos, os brasileiros terão pela frente nas quartas de final o vencedor do de Sérvia e Argentina. Na semifinal, o adversário pode ser Estados Unidos (que pega a Turquia nas oitavas) ou Polônia (atual bicampeã mundial que enfrenta a Tunísia nas oitavas). A França, atual campeã olímpica, só entraria no caminho do Brasil na decisão do título.

Confira as oitavas de final:

Polônia (1º) x Tunísia (16º)
Estados Unidos (8º) x Turquia (9º)


Sérvia (4º) x Argentina (13º)
Brasil (5º) x Irã (12º)

Eslovênia (2º) x Alemanha (15º)
Holanda (7º) x Ucrânia (10º)

Itália (3º) x Cuba (14º)
França (6º) x Japão (11º)

foto: FIVB/Divulgação

agosto 30, 2022

(Campeonato Mundial) Brasil bate o Qatar e espera adversário das oitavas

Brasil x Qatar
Em seu terceiro e último jogo da fase classificatória do Campeonato Mundial, o Brasil venceu o Qatar por 3 sets a 0, parciais de 25/13, 25/23 e 26/24, na cidade de Ljubljana, na Eslovênia. O ponteiro Lucarelli foi um dos destaques do time verde e amarelo anotando nove acertos, sendo que a equipe teve dificuldade com as bolas de meio adversária. Os comandados de Renan Dal Zotto, que terminaram em 1º do Grupo B, esperam agora a definição de quem enfrentam nas oitavas de final.

“Uma vitória importante para nos garantir no primeiro lugar do grupo. Agora temos que esperar a definição dos demais jogos para sabermos nossa posição na classificação geral e o adversário para as oitavas. Estou muito feliz que a cada partida o time mostra crescimento, um ritmo melhor dentro de quadra. Este ritmo será importante para a próxima fase. Teremos uns três ou quatro dias até o próximo jogo para nos recuperar e ajustar alguns detalhes”, afirmou o central Flávio, que anotou dez pontos.

“Sabíamos que precisávamos da vitória com a maior diferença possível. O time do Catar entrou errando bastante no primeiro set, mas depois diminuíram a quantidade de erros. Nós conseguimos sair daqui com um resultado positivo e sem perder nenhum set. Queríamos uma margem maior de pontos, mas faz parte do esporte. É importante sair daqui em primeiro no grupo, e tentar um confronto teoricamente mais favorável nas oitavas”, disse o líbero Thales.

“Entramos com muita seriedade neste jogo. Fizemos o que nos propomos, sacando forte, rodando os contra-ataques. A partir do segundo set tivemos mais dificuldades, e o adversário entrou mais no jogo, começou a passar melhor e defender mais. Sabemos que não podemos vacilar nos momentos decisivos. O mais importante é que saímos de quadra com mais uma vitória”, afirmou o ponteiro Lucarelli.

“Foi fundamental para todos nós vencermos o jogo por 3x0. Não fizemos uma partida brilhante, mas sabíamos que não poderíamos perder nenhum set. Queríamos dar condição de jogos para a maioria dos nossos atletas, pois ficaremos uns quatro dias pelo menos sem jogar, aguardando para saber nosso adversário nas oitavas”, disse o técnico Renan Dal Zotto.

foto: FIVB/Divulgação

agosto 28, 2022

(Campeonato Mundial) No segundo jogo, Brasil vence o Japão em sets diretos

Brasil x Japão
Em sua segunda partida no Campeonato Mundial, a Seleção Brasileira derrotou o Japão por 3 sets a 0, parciais de 25/21, 25/18 e 25/16, na cidade de Ljubljana, na Eslovênia. Um dos destaques foi o levantador Fernando Cachopa, que iniciou a partida, e deu mais naturalidade para o ataque verde e amarelo. Leal, com 17 acertos, foi o maior pontuador da partida. O Brasil volta a quadra na terça-feira, dia 30, às 6h (horário de Brasília) diante do Qatar.

“Fizemos um belo jogo, e evoluímos em relação à estreia. Esta é uma vitória muito importante, trouxe mais confiança. Estamos no caminho certo. Eu estou fazendo o meu trabalho como cada um aqui na equipe. Fico contente pelo meu desempenho individual, mas o objetivo maior é a vitória do time”, afirmou o ponteiro Leal, que anotou 17 acertos. 

“A pressão pela vitória sempre existe, pois esta é uma competição importante e com poucos jogos. Cada vitória conta demais. Hoje fizemos um jogo muito parecido com o que o próprio Japão faz, o nosso bloqueio tocou muito na bola, defendemos bastante, e isso fez muita diferença. Nossa sequência de saque também entrou bem com poucos erros, e nossa defesa funcionou muito bem, esses foram nossos trunfos no resultado de hoje”, disse Lucarelli. 

“Conseguimos organizar bem nosso sistema de defesa e bloqueio, estudamos muito bem o adversário. Começamos o jogo com alguma dificuldade, principalmente pelos méritos do saque deles. Sabíamos deste potencial. Mas na parte de bloqueio jogamos muito bem, conseguimos nos estruturar, marcamos os principais jogadores japoneses e criamos um volume”, afirmou o central Lucão. 

“É algo histórico na equipe japonesa ter muito volume de jogo, o que torna o confronto cansativo, exige paciência do adversário. E hoje tivemos que exercitar essa paciência, escolher bem a tomada decisões em cada momento. Mas acho que tenho excelentes atacantes aqui na seleção, e isso acaba facilitando o meu trabalho”, disse Fernando Cachopa. 

“Sabíamos que seria um jogo tenso, pois o Japão vem crescendo a cada ano e exige muito dos adversários. Iniciamos com dificuldades com o saque deles, mas tivemos paciência e nos reorganizamos. Tivemos 40 bolas defendidas que geraram contra-ataques, enquanto os japoneses tiveram 30. Este é um dado importante, pois mostra como nosso sistema de bloqueio e defesa funcionou bem hoje. Ficamos felizes pela classificação antecipada e pela evolução do time”, finalizou o técnico Renan Dal Zotto. 

Foto: FIVB/Divulgação

agosto 26, 2022

(Campeonato Mundial) Brasil vira sobre Cuba e vence no tie-break

Brasil x Cuba
Na estreia do Campeonato Mundial, a Seleção Brasileira venceu, de virada, Cuba por 3 sets a 2, parciais de 31/33, 21/25, 25/16, 25/17 e 18/16, em duelo realizado na cidade de Ljubljana, na Eslovênia. O grande nome da partida foi o levantador Fernando Cachopa, que entrou no terceiro set e mudou a cara da partida, enquanto Wallace fez 22 pontos e Leal anotou 20 acertos. O Brasil volta à quadra no domingo, às 9h (horário de Brasília), para encarar o Japão.

“Começamos bem no primeiro set, deixamos eles encostarem, e a parcial foi definida com a pontuação lá em cima. Não podemos baixar a guarda contra equipes como a de Cuba, que tem o saque muito forte. Mas nosso time foi se reinventando dentro de quadra,  assimilando o jogo adversário. Foi meu primeiro jogo oficial após meu retorno para a seleção. Estamos caminhando, ainda tem muita coisa para acontecer”, disse o oposto Wallace, maior pontuador com 23 acertos.

“Foi um jogo difícil como esperávamos. Tivemos dificuldades no primeiro e no segundo sets. Mas conseguimos retomar a concentração nos sets seguintes e nos recuperamos para conquistar a vitória. Vamos ter mais motivação e mais confiança para os demais jogos”, afirmou o ponteiro Leal. 

“Eu tentei fazer bem as coisas simples, sacar bem, marcar bem o bloqueio, colocar os adversários em situações difíceis. As coisas funcionaram. Temos um time excelente, que me deu muito suporte hoje”, declarou Fernando Cachopa.  

“O time de Cuba colocou o saque muito bem nos primeiros sets. Eles fizeram o que fazem de melhor, e mesmo com nosso time jogando bem, tivemos dificuldades. Jogamos melhor os três últimos sets, com o time coeso, e os jogadores que vieram do banco contribuíram muito. Cuba está de volta com uma equipe muito competitiva, com jogadores excelentes como o Simon, um dos melhores centrais do mundo, e o López, que conhecemos bem da Superliga. Saímos daqui com alguns ajustes a fazer, mas felizes com a vitória, pois este time cubano irá incomodar muita gente”, finalizou o técnico Renan Dal Zotto.

foto: FIVB/Divulgação

setembro 30, 2018

Douglas Souza e Lucão figuram na seleção do Campeonato Mundial

Além do vice-campeonato, o Brasil conquistou dois prêmios individuais no Campeonato Mundial, que terminou neste domingo com a conquista da Polônia, em Turim, na Itália. O ponteiro Douglas Souza e o central Lucão figuraram na seleção do torneio, que teve ainda Matt Anderson (oposto) e Christenson (levantador), ambos dos Estados Unidos, e os poloneses Kubiak (ponteiro), Nowkowski (central) e Zatorski (líbero). 

“É difícil falar, um sentimento misto de tudo. Fizemos uma campanha incrível no campeonato e sair com uma derrota dessa é ruim. Tem atletas saindo e que não mereciam terminar com um tropeço assim, é bem complicado. Mas eu estou bem orgulhoso também do nosso time, conseguimos dar a volta por cima, sair de situações difíceis. Isso é muito importante para os outros ciclos”, contou Douglas Souza. 

O oposto polonês Bartosz Kurek foi eleito o MVP (jogador mais valioso da competição) e se junta a um seleto grupo de atletas que conta com dois brasileiros, no caso Giba (vencedor em 2006, em Tóquio) e Murilo (vencedor em 2010, em Roma). Essa é a segunda vez que um polonês leva o premio, já que em 2014 foi a vez de Mariusz Wlazly, em Katowice. 

foto: FIVB/Divulgação

(Campeonato Mundial) Brasil perde para a Polônia na decisão e fica com o vice

Em sua quinta final consecutiva de Campeonato Mundial, a Seleção Brasileira acabou superada pela Polônia por 3 sets a 0, parciais de 26/28, 20/25 e 23/25, em Turim, na Itália. Com uma campanha de dez vitórias em 12 jogos, a equipe comandada por Renan Dal Zotto ficou com a medalha de prata, repetindo assim a sua colocação em 2014, quando também perdeu na decisão para os poloneses. 

O Brasil saiu na frente no erro de saque do adversário. Na sequência, abriu dois de vantagem em 5 a 3. A Polônia reagiu e virou o set em 6 a 5. No primeiro tempo técnico, a seleção polonesa manteve os dois de frente (8 a 6). Lucão colocou a seleção brasileira encostada no marcador em 7 a 8. Wallace pontuava bem e o Brasil não deixava o adversário abrir vantagem: 11 a 12. Quando os poloneses chegaram a 14 a 11, Renan pediu tempo. A diferença no placar foi a três pontos em 16 a 13. A vantagem polonesa esteve em quatro em 18 a 14. O Brasil reduziu a diferença para dois em 16 a 18. A Polônia voltou a abrir vantagem em 20 a 16. No ace de Lipe, o Brasil aproximou no placar (19 a 21) e foi a vez do técnico da seleção polonesa pedir tempo. Na volta, mais um ponto de saque de Lipe e 20 a 21. No bloqueio de Lucão, o Brasil encostou novamente (22 a 23). Evandro deixou tudo igual em 23 a 23. Douglas fez 25 a 25. Lucão, 26 a 26. E a Polônia fechou em 28 a 26. 

O adversário da seleção brasileira começou melhor no segundo set, fazendo 3 a 1. No bloqueio, a Polônia marcou 5 a 2. A vantagem polonesa se manteve em três em 7 a 4 e aumentou em 8 a 4. Douglas, em um super ataque pela entrada de rede, fez 6 a 9. No bloqueio de Bruninho, 7 a 9. Depois de boa defesa de Maique, Wallace colocou o Brasil encostado no placar: 10 a 11. A Polônia voltou a abrir vantagem (13 a 10) e manteve em 16 a 13. Lucão fez 15 a 17. No ace do adversário, o Brasil viu o placar ir para 16 a 20 e Renan pediu tempo. O placar ainda foi a 17 a 22 e o técnico da seleção brasileira pediu tempo novamente. Douglas pontuou e o Brasil marcou 19 a 22. A Polônia, então, fechou em 25 a 20. 

Com Kurek pontuando bem, a seleção polonesa chegou a quatro de vantagem logo no início da terceira parcial: 7 a 3. Renan pediu tempo. Com dois bloqueios seguidos, o adversário chegou a 9 a 3. Wallace na entrada de rede marcou 7 a 12. A Polônia chegou a ter seis pontos de vantagem em 15 a 9 e manteve a diferença no tempo técnico: 16 a 10. Douglas reduziu a diferença em 12 a 16 e depois em 13 a 17. Evandro marcou 14/17. Evandro marcou 15 a 19. A diferença caiu para três pontos em 17 a 20. Com dois pontos seguidos de Evandro, o Brasil aproximou no marcador (20 a 22), forçando o adversário a pedir tempo. Na volta, mais um ponto do oposto: 21 a 22. Mas, a Polônia voltou a pontuar e fechou em 23 a 25. 

“A gente estudou muito esse time, aconteceu o que esperávamos. O jogo deles é baseado no Kurek e no Kubiak. Kurek é um jogador que vem tentando se firmar nos últimos anos, e nesse ano foi merecidamente escolhido o melhor da competição. É uma referência, pegando bolas altas, jogando solto, é o grande oposto do mundo, hoje. E Kubiak um jogador espetacular, um estilo parecido com o Ngapeth, mas pegando bolas um pouco mais baixas. Ele constrói o jogo. A Polônia joga baseada nesses dois pilares. Eles estiveram muito bem. Em alguns momentos nosso saque entrou bem e eles conseguiram segurar, souberam contornar e foram muito eficientes. Nos preparamos, estudamos, mas infelizmente não foi suficiente", avaliou o técnico Renan Dal Zotto. 

“Esse é um grupo que nunca desistiu. Foram tantas batalhas, tantas guerras, ao final agradeci muito ao Lipe, um exemplo de superação. Atletas como Evandro, William, jogadores que mesmo estando no banco, sempre deram o máximo, nunca ‘tiraram o pé’. Caras que são inspiração, e torço para que isso siga. Fica a sensação de um time muito unido e que jamais desistiu. Agora vamos pensar para frente, nosso vôlei continua entre os melhores”, disse o levantador Bruno. 

Equipes:

Brasil: Bruno, Wallace, Maurício Souza, Lucão, Lipe, Douglas e Thales (líbero)
entraram: Maique, Evandro, William, Isac e Lucas Lóh
técnico: Renan Dal Zotto

Polônia: Drzyzga, Kurek, Szalpuk, Nowakowski, Kubiak, Bieniek e Zatorski (líbero)
entraram: Kochanowski, Konarski e Lomacz
técnico: Vital Heynen

foto: Getty Image/FIVB

setembro 29, 2018

(Campeonato Mundial) Brasil derrota Sérvia e está na decisão

O Brasil é finalista do Campeonato Mundial pela quinta vez consecutiva. A seleção dirigida pelo técnico Renan Dal Zotto venceu a Sérvia por 3 sets a 0, parciais de 25/22, 25/21 e 25/22, na semifinal deste sábado e está classificada para a grande decisão da competição que acontece a cada quatro anos. Na final, que ocorre neste domingo, às 16h15min (horário de Brasília), em Turim, na Itália, o time verde e amarelo encara a Polônia, que passou pelos Estados Unidos. 

O Brasil começou superior. Wallace abriu o marcador e, com dois aces de Bruninho, a equipe brasileira abriu 3 a 0. O time de Renan manteve o bom ritmo e no primeiro tempo técnico tinha quatro de vantagem: 8 a 4. Douglas marcou e fez 11 a 7. Novamente com o ponteiro, pela entrada de rede, o Brasil fez 15 a 11. Com Lucão em um super ataque, 16 a 11. Os sérvios reagiram e, em grande passagem de Ivovic pelo saque, encostaram em 15 a 16. A seleção brasileira voltou a ter vantagem (20 a 17) e o adversário pediu tempo. Com ponto de bloqueio, a Sérvia voltou a encostar no marcador: 19 a 20. A equipe verde e amarela voltou a ter dois em 22 a 20. Evandro marcou e abriu 23 a 20. No bloqueio de Douglas, 24 a 20. Os sérvios equilibraram, fizeram 22 a 24, mas Douglas fechou o set em 25 a 22. 

O segundo set começou com equilíbrio, com as equipes empatadas em 2 a 2. No ace de Lucão, o Brasil abriu 4 a 2. Também com ponto de saque, a Sérvia deixou tudo igual em 4 a 4. No bloqueio simples de Bruninho, depois de grande defesa de Maique, o Brasil marcou 7 a 5. O set esteve igual em 9 a 9. No bloqueio de Maurício Souza, o time verde e amarela chegou a 13 a 11. novo empate em 15 a 15. Com dois bloqueios seguidos, um de Wallace e outro de Lucão, o Brasil chegou a 18 a 15. A Sérvia pediu tempo. Na volta, mais um bloqueio de Lucão e 19 a 15. Mais uma vez com o central, dessa vez no ataque, a seleção brasileira chegou a 21 a 17. Superior em quadra, o Brasil fechou a segunda parcial em 25 a 21. 

O terceiro set começou favorável a Sérvia, que abriu 3 a 0, forçando o técnico do Brasil a pedir tempo. No bloqueio de Lucão, o Brasil encostou em 3 a 4. Maurício Souza bloqueou e deixou o placar igual: 5 a 5. Atrás no jogo, os sérvios não desistiram do resultado e abriram três de vantagem em 9 a 6. Aí, então, foi a vez de a seleção brasileira reagir e, em boa passagem de Lipe pelo saque, Douglas pontuou e deixou tudo igual (9 a 9). Evandro empatou o set em 12 a 12. Quando a Sérvia abriu 15 a 12 no marcador, Renan pediu tempo. Na volta, Douglas pontuou duas vezes, Maurício Souza uma, Lipe mais uma e a seleção brasileira virou o placar, fazendo 16 a 15. Com William bem no saque, o Brasil chegou a 18 a 16. Os sérvios empataram em 18 a 18 e Maurício Souza recolocou a seleção brasileira em vantagem (19 a 18). Tudo igual novamente em 21 a 21. A partir daí os brasileiros deslancharam e com um contra-ataque de Lucão fechou a parcial em 25 a 22. 

“Se a gente quer ser campeão do mundo, temos que ganhar de quem vier, temos que simplesmente ganhar de quem vier, e foi o que fizemos a competição inteira. Sem escolher adversário em momento, algum, sem aliviar para ninguém. Jogamos sério todo momento e é isso que vamos fazer amanhã”, comentou o ponteiro Douglas Souza, que chega pela primeira vez em uma decisão de mundial. 

“Uma final especial. Talvez a chegada a esse Mundial tenha sido a menos esperançosa para nós, mas disse nas primeiras entrevistas que deram tempo para trabalharmos, nos organizarmos. Deram tempo para o pessoal que estava chegando conseguir se encontrar dentro da equipe. Foi o que aconteceu hoje, acredito que fizemos nossa melhor partida no torneio e esse grupo está de parabéns”, disse o central Lucão. 

“Uma partida maravilhosa que os garotos fizeram, mais uma vez conseguimos vencer uma partida com maturidade. Quem estava ali dentro da quadra. E como time. Mais uma vez quem vem de fora, nos momentos mais difíceis, mais delicados, entra e consegue reverter uma situação difícil ou manter um ritmo que já vinha sendo bom. Mesmo quem não entrou hoje, jogou junto o tempo todo. E isso transmite uma energia muito legal. O time tem, mais do que nunca. Mesmo nas dificuldades a gente não abre, se fecha e sabe o que tem que fazer”, contou o treinador Renan Dal Zotto. 

Equipes:

Brasil: Bruno, Wallace, Maurício Souza, Lucão, Lipe, Douglas e Thales (líbero)
entraram: Maique, Evandro, William e Lucas Lóh
técnico: Renan Dal Zotto

Sérvia: Jovovic, Atanasijevic, Podrascanin, Lisinac, Ivovic, Kovacevic e Rosic (líbero)
entraram: Luburic e Krsmanovic
técnico: Nicola Gribic

foto: Getty Image/FIVB

setembro 28, 2018

(Campeonato Mundial) Brasil quebra invencibilidade dos Estados Unidos

Nesta sexta-feira, a Seleção Brasileira bateu os Estados Unidos por 3 sets a 0, parciais de de 25/20, 25/18 e 25/19, em Turim, na Itália, onde acontece a Fase Final do Campeonato Mundial. Além de quebrar a invencibilidade dos norte-americanos, o time verde e amarelo garantiu o primeiro lugar do Grupo I, ou seja, enfrentará o segundo colocado do Grupo J, a Sérvia, na semifinal deste sábado, às 12h (horário de Brasília). 

O Brasil começou melhor e, com Kadu no contra-ataque, marcou 2 a 0. Os norte-americanos deixaram tudo igual em 2 a 2. O set seguiu ponto a ponto até a seleção dos Estados Unidos virar o set (7 a 6). Aí, então, foi a vez da seleção brasileira virar e fazer 8 a 7. No ace, o time norte-americano fez 10 a 9 e teve a vantagem de dois pontos em 12 a 10. O Brasil buscou e virou em 13 a 12. Com Evandro, a equipe verde e amarela abriu dois (14 a 12) e o adversário pediu tempo. Na volta, Éder pontuou. No ace de Douglas, 16 a 12. Na volta do tempo técnico, mais um ace do ponteiro (17 a 12) e mais um pedido de tempo dos Estados Unidos. O placar ainda foi favorável ao Brasil em 18 a 12. Os norte-americanos reagiram e reduziram a diferença para quatro pontos em 17 a 21. Evandro chegou ao ponto do sete em 24 a 19 e o Brasil fechou com o próprio oposto em 25 a 20. 

Em boa passagem de William pelo saque, o Brasil abriu 3 a 0 no começou do segundo set. No ponto de saque de Evandro, a seleção brasileira chegou a 7 a 3. No ace do oposto, 8 a 3. Com Maurício Souza, o placar foi a 10 a 5. A seleção dos Estados Unidos reagiu e aproximou no placar em 9 a 11. Evandro parou a reação adversária, fazendo 12 a 9. O oposto pontuou novamente, explorando o bloqueio adversário, e o Brasil fez 14 a 9, forçando o adversário a pedir tempo. Em uma diagonal curta, Evandro marcou 17 a 10. Kadu fez 19 a 13. Quando o adversário fez 15 a 19 com ponto de saque, Marcelo Fronckowiak pediu tempo. O time norte-americano manteve a reação e fez 17 a 19. A equipe verde e amarela seguiu bem no set e, no ace de Wallace, fez 25 a 18. 

A seleção brasileira manteve o bom ritmo e abriu 5 a 0 no terceiro set. Os Estados Unidos pediram tempo. Contando com erros do adversário, o Brasil abriu 8 a 3 no primeiro tempo técnico. No ace de Éder, o placar foi a 10 a 3 e a seleção adversária pediu tempo. Evandro pontuou no saque e a seleção brasileira chegou a 12 a 4. Kadu fez 14 a 5. Os Estados Unidos reagiram, passaram a pontuar bem e aproximaram no marcador em 14 a 17. Mas, a seleção brasileira soube manter a tranquilidade e, administrando a parcial, fechou em 25 a 19. 

“Com as duas seleções já classificadas, tivemos a possibilidade de usar os jogadores que atuam menos, considerados reservas, e, mais uma vez, conseguimos mostrar nosso valor. O Brasil está muito bem, então, eles precisam entrar com um time um pouco mais forte para conseguir um resultado favorável diante da nossa seleção”, afirmou o oposto Evandro, que complementou. 

“Além disso, eles cometeram muitos erros durante a partida, conseguimos tirar proveito disso, sacamos e bloqueamos bem e fizemos a nossa virada de bola da maneira ideal. Nosso jogo entrou, funcionou e, por isso, conseguimos essa vitória um pouco mais tranquila”, disse o oposto brasileiro. 

“Não foi um jogo tão bom tecnicamente, até pela situação da partida, com ambos classificados. Mas, temos sempre do nosso lado a pressão de termos que ganhar, é nossa rotina, pressão natural, defender a seleção é sempre assim. Pudemos entrar, jogar, nos divertir um pouco. Quem esteve fora conseguiu descansar, isso é o mais importante, já que amanhã o ‘bicho pega’”, comentou o levantador William. 

Equipes:

Brasil: William, Evandro, Maurício Souza, Éder, Kadu, Douglas e Thales (líbero)
entraram: Maique, Wallace, Bruno, Lucas Lóh e Isac
técnico: Marcelo Fronckowiak

Estados Unidos: Kawika Shoji, Patch, Langlois, Mcdonnell, Jendryk Ii, Averill e Watten (líbero)
entraram: n/a
técnico: John Speraw

foto: FIVB/Divulgação

setembro 26, 2018

(Campeonato Mundial) Brasil leva 2 a 0, vira e vence a Rússia no tie-break

Em uma virada espetacular, a Seleção Brasileira bateu a Rússia por 3 sets a 2, parciais de 20/25, 21/25, 25/22, 25/23, 15/12, no Turim, na Itália, na primeira partida da Fase Final do Campeonato Mundial. Após perder por 2 sets a 0, a comissão técnica verde e amarela fez algumas mudanças táticas, com destaque para a entrada de Willian, e a equipe saiu na frente no Grupo I, que ainda conta com os Estados Unidos. 

O Brasil abriu o placar da partida. A Rússia empatou em 4 a 4 e, no primeiro tempo técnico, a vantagem era brasileira: 8 a 7. A equipe verde e amarela aumentou a diferença em 9 a 7. Com Lipe, o Brasil chegou a 11 a 9. Os russos empataram mais uma vez (12 a 12) e viraram o placar com ponto de saque. Lucão deixou tudo igual em 14 a 14. O adversário do Brasil teve um à frente em 16 a 15. A partida seguiu com ritmo intenso e equilibrado. Os russos abriram dois em 19 a 17 e Renan pediu tempo. Na volta, ace do adversário e 20 a 17. Evandro marcou 19 a 21. No erro do atraque russo, 20/21. A Rússia voltou a pontuar, fez 23 a 20, e o técnico do Brasil parou o jogo. Na volta, o adversário fechou em 25 a 20. 

O Brasil esteve em vantagem no começo do segundo set, mas no saque de Mikhaylov, a Rússia marcou 4 a 2. Com Lipe, a seleção brasileira empatou: 4 a 4. Wallace virou o jogo (5 a 4). Douglas fez 6 a 4. No ace de Wallace, 8 a 6. Com Lucão na jogada china, 11/8. Os russos encostaram no marcador em 10 a 11 e Wallace marcou 12 a 10. Bem no bloqueio, a Rússia empatou em 12 a 12 e virou o set em 14 a 13. Com ponto de saque, os russos chegaram a 16 a 14. Wallace deixou tudo igual em 16 a 16. A Rússia voltou a abrir vantagem (19 a 17) e Renan pediu tempo. Os adversários ainda chegaram a 21 a 18 e, na sequência, aumentaram a diferença no placar para 23 a 19. E a Rússia fechou em 25 a 21. 

A equipe brasileira esteve na frente no início do set em 3 a 2. A Rússia virou e Wallace deixou tudo igual em 4 a 4. Novamente com o oposto, o Brasil teve dois de vantagem: 7 a 5. No ponto de saque de William, 9 a 6, e, no erro do adversário, 10 a 6. Lipe pontuou no contra-ataque e o Brasil chegou a 12 a 7. Bem no saque, a Rússia voltou a pontuar bem e aproximou no marcador em 10 a 12. Renan pediu tempo. O adversário encostou em 12 a 13. Wallace colocou dois de vantagem em 16 a 14. Lucão marcou 18 a 16. No saque, a Rússia empatou: 18 a 18. A seleção brasileira esteve à frente em 21 a 20. Evandro marcou 22 a 20. O oposto fechou o set em 25 a 22. 

No bloqueio de Lipe, o Brasil fez 2 a 1 e, no ace de Douglas, 3 a 1. A Rússia buscou e empatou em 3 a 3. Os russos viraram o placar fazendo 6 a 5. Com mais um bloqueio, dessa vez com Douglas, a seleção brasileira empatou em 7 a 7. Em boa passagem de Douglas pelo saque, Wallace bloqueou e colocou o Brasil em vantagem: 10 a 9. Com Douglas, 11 a 9. Os russos deixaram tudo igual em 12 a 12. Douglas marcou 14 a 13. No erro do adversário, a seleção brasileira abriu dois (16 a 14). Lucão marcou 17 a 15. No ace de William, 18 a 15, e pedido de tempo da Rússia. Com Lucão, 19 a 17. Lipe, na entrada de rede, fez 20 a 18. A Rússia empatou em 20 a 20 e Renan parou o jogo. Wallace foi responsável por marcar 22 a 21. No ace de Wallace, 24 a 21. Os russos ainda fizeram 23 a 24, forçando o técnico brasileiro a pedir tempo. Na volta, erro de saque da Rússia e vitória brasileira por 25 a 23. 

A equipe brasileira saiu na frente com ponto de Lucão. O placar esteve igual em 2 a 2 e, no bloqueio, a Rússia abriu 4 a 2. Wallace deixou tudo igual em quatro pontos. No ace de Lucão, 5 a 4. A Rússia, também com ponto de saque, marcou 6 a 5. Wallace não deixou o placar desgarrar, pontuou e colocou o Brasil em vantagem: 7 a 6. Lipe marcou 8 a 6 na troca de quadra. Dois de vantagem novamente em 10 a 8. No erro do adversário, 11 a 8. Os russos reagiram e, no bloqueio, encostaram no placar (10 a 11). Renan pediu tempo. No bloqueio de Lucão, 13 a 10 e após o ataque de Douglas, o Brasil fechou em 15 a 12. 

“Quando acabou o set, eu falei que estávamos no controle do jogo, que eles não estavam sacando com toda a força. Estávamos perdendo algumas bolas de contra-ataque, sentia que nós tínhamos o controle do jogo, mas faltava alguma coisa para deslanchar. O Renan acertou muito nas substituições, o trabalho de equipe é assim, entra um para mudar o jogo e consegue”, disse Lipe. 

“Todos foram muito bem hoje, do Bruno, capitão, ao Maique, jovem de 20 anos, que entrou com muita personalidade, muita coragem”, destacou o técnico Renan Dal Zotto, que já pensa no duelo contra os Estados Unidos na sexta-feira, às 12h (horário de Brasília). 

“A comemoração acaba aqui. Vamos descansar e pensar já no time dos Estados Unidos, uma equipe que conhecemos muito bem. Não muda muito o planejamento, só se eles vencerem a Rússia, isso já nos garante, mas não tem que pensar dependente de ninguém, não. A seleção norte-americana nós conhecemos muito bem, não vamos buscar depender de ninguém, fazer a nossa parte, descansar, treinar bem e estuda-los”, concluiu Renan. 

Equipes:

Brasil: Bruno, Wallace, Lucão, Maurício Souza, Lipe, Douglas e Thales (líbero)
entraram: Evandro, William, Isac, Maique e Kadu
técnico: Renan Dal Zotto

Rússia: Butko, Mikhaylov, Kurkaev, Muserskiy, Kliuka, Volkov e Alexey Verbov (líbero)
entraram: Poletaev, Grankin e Berezhko
técnico: Sergei Shliapnikov

foto: FIVB/Divulgação

setembro 25, 2018

(Campeonato Mundial) Brasil enfrenta a Rússia na primeira partida da Fase Final

Líder de sua chave nas duas primeiras fases do Campeonato Mundial, o Brasil estreia na etapa decisiva nesta quarta-feira, às 12h (horário de Brasília) na busca por mais uma vitória. Com sete resultados positivos em oito jogos, a Seleção Brasileira terá a Rússia como adversário na abertura da Fase Final, em duelo com transmissão do SporTV 2. 

Na primeira fase, o time verde e amarelo passou por Egito, França, Canadá e China, e acabou superado pela seleção holandesa. Na segunda, bateu a Austrália, a Eslovênia e a Bélgica. Nesta terceira etapa, terá pela frente, além dos russos, a seleção dos Estados Unidos, em jogo que será realizado na sexta-feira, também às 12h. 

Depois de ser superado pela Rússia na Fase Final da Liga das Nações, o outro campeonato disputado pelo Brasil na temporada 2018, o time verde e amarelo atravessa uma fase diferente. A Rússia chega com uma campanha inferior a do Brasil, com duas derrotas em oito jogos. Mesmo assim todos na seleção brasileira pregam cautela. 

“Toda derrota vem com um aprendizado. Na Liga das Nações, enfrentamos a Rússia quando ela não estava completa, ainda na primeira fase, e vencemos, e depois os enfrentamos em um nível no qual não tínhamos chances, naquele momento. Hoje vivemos outro momento, tanto fisicamente, quanto tecnicamente. Acredito que serão partidas totalmente diferentes do que tivemos na outra competição, tanto para eles, quanto para nós”, afirmou o central Lucão. 

“A seleção russa é uma seleção que joga baseada em uma força, um poder de saque e bloqueio muito alto. Tem uma margem de erro grande. É um jogo no qual temos que ter muita paciência. Eles tocam em muitas bolas e saem para o contra-ataque, algumas vezes com bolas mais lentas, mas sempre com um ataque forte e alongado”, comentou o treinador Renan Dal Zotto, que ainda falou sobre o desempenho dos jogadores de meio. 

“É um time que tem em seus centrais vários ‘gigantes’. Muserskiy é mais fixo, os outros três rodam muito, mas como característica, não mudam muito. Jogam muito pelo meio no início dos sets, e depois se baseiam muito no oposto e nos dois ponteiros. É certeza de uma missão dura enfrentar esses gigantes”, concluiu o técnico da seleção brasileira. 

foto: FIVB/Divulgação

setembro 23, 2018

(Campeonato Mundial) Brasil vira o jogo contra a Bélgica e fecha segunda fase

Depois de duas vitórias por 3 sets a 0 nesta segunda fase do Campeonato Mundial, a Seleção Brasileira acabou superada nos dois primeiros sets do jogo deste domingo, mas reagiu e virou o jogo contra a Bélgica. Na Arena Paladozza, em Bolonha, na Itália, o Brasil venceu por 3 sets a 2, com parciais de 22/25, 23/25, 25/19, 25/15, 25/15 e 15/12, e agora só pensa na fase final da competição. 

Kadu abriu o placar da partida. A Bélgica virou o jogo e teve dois de vantagem em 4 a 2. Bem no saque, o adversário ainda chegou a 7 a 4. No ponto de saque de William, o Brasil encostou no marcador: 8 a 9. Os belgas voltaram a abrir em 12 a 10. Com Evandro, a seleção brasileira deixou tudo igual (14 a 14). Novamente com o oposto, dessa vez pela entrada de rede, 16 a 16. No bloqueio, a Bélgica mais uma vez colocou dois de vantagem em 18 a 16. Quando a diferença subiu para três (20 a 17), Renan pediu tempo. Lucas Lóh fez 20 a 22. A Bélgica fez 24 a 21, Lóh marcou 22 a 24, mas o adversário fechou em 25 a 22. 

Bem no saque, a seleção belga chegou a 4 a 2 no começo do segundo set. Também neste fundamento, com ace de Maurício Souza, o Brasil chegou ao ponto de empate em 4/4. A Bélgica fez 7 a 4 e o técnico da equipe brasileira pediu tempo. Com dois pontos de saque seguidos de Evandro, o Brasil empatou (7 a 7). A equipe brasileira teve quatro de vantagem no segundo tempo técnico: 16 a 12. Com Evandro fez 18 a 16. Com ponto de bloqueio de Kadu, 19 a 17. A Bélgica buscou e deixou tudo igual em 20 a 20. Renan pediu tempo. Maurício Souza fez 21 a 20 e, depois, 23 a 22. Mas, a Bélgica fechou em 25 a 23. 

Evandro abriu o placar do terceiro set e Lucas Lóh fez 2 a 1. No ace de Éder, 5 a 2. A Bélgica encostou no marcador em 6 a 7. No bloqueio, a seleção brasileira chegou a 12/9. O adversário encostou em 11 a 12 e empatou em 13 a 13. Lucas Lóh pontuou no contra-ataque e o Brasil abriu três de vantagem: 16 a 13. Em boa passagem do ponteiro pelo saque, a equipe verde e amarela marcou 19 a 16 e o técnico da Bélgica pediu tempo. O Brasil fez 23 a 19 e o adversário parou o jogo mais uma vez. No ace de Douglas, a seleção brasileira venceu por 25 a 19. 

Com ponto de saque de Éder, o Brasil abriu 4 a 2. Os belgas empataram em 4 a 4. Douglas bloqueou o ataque adversário marcou 8 a 5. Na volta do tempo técnico, mais um bloqueio, com Maurício, e 9 a 5. Douglas marcou 11 a 6 e o adversário parou o jogo. Quando a Bélgica aproximou (10 a 12) foi a vez de Renan pedir tempo. O time verde e amarelo voltou a pontuar e abrir vantagem: 15 a 10. A diferença se manteve em cinco em 17 a 12. No bloqueio de Maurício, 19 a 13. No ace de Lucas Lóh, 20 a 13. Éder bloqueou sozinho e marcou 23/14. E o time brasileiro fechou em 25 a 15. 

Com dois bloqueios seguidos de Éder, o Brasil abriu 4 a 0 e forçou o adversário a pedir tempo. Com Evandro pontuando bem, a seleção brasileira teve três de vantagem na troca de quadra (8 a 5). A equipe dirigida pelo técnico Renan seguiu melhor em quadra e fechou o set decisivo em 15 a 12. 

“Nosso time está com um ritmo de jogo muito bom. Nós, os reservas, não estávamos jogando tanto. Por isso, demoramos um pouco para entrar no jogo, mas depois que engrenamos conseguimos virar a partida. Todos os jogadores fizeram o seus papeis dentro de quadra e fico muito feliz com a atuação de cada um porque precisamos de todo o time. O Renan, como bom técnico que é, entendeu isso e nos deu essa oportunidade hoje”, declarou o oposto Evandro. 

“Todo mundo está pronto para quando o time precisar. Temos que entrar em quadra e ajudar. Mostramos um poder de superação e isso é a marca de todo esse time. Estamos provando o que podemos dentro de quadra. Qualquer oportunidade que recebemos temos que dar o maior valor e tratar com o maior carinho”, disse o ponteiro Lucas Lóh. 

Equipes:

Brasil: William, Evandro, Maurício Souza, Éder, Lucas Lóh, Kadu e Thales (líbero)
entraram: Wallace, Bruno, Isac, Douglas e Maique
técnico: Renan Dal Zotto

Bélgica: Van Den Dries, Deroo, D'hulst, Grobelny, Verhees, Van De Voorde e Ribbens (líbero)
entraram: Coolman, Valkiers, Rousseaux e Tuerlinckx
técnico: Andrea Anastasi

foto: DIVB/Divulgação

(Campeonato Mundial) Brasil vence Eslovênia e se classifica para a fase final

O Brasil está classificado para a Fase Final do Campeonato Mundial. A equipe dirigida pelo técnico Renan Dal Zotto levou a melhor sobre a Eslovênia por 3 sets a 0, parciais de 25/22, 25/21 e 25/16, na Arena Paladozza, em Bolonha, na Itália. Com o resultado, o time verde e amarelo garantiu a vaga na próxima fase da competição, já figurando entre as seis melhores seleções do mundo. O terceiro e último compromisso da seleção nesta segunda fase do campeonato será neste domingo, às 15h30min (horário de Brasília) contra a Bélgica e terá transmissão ao vivo do canal SporTV 2. 

A Eslovênia saiu na frente, mas o Brasil deixou tudo igual em 1 a 1. Com Isac, a seleção braisleira fez 3 a 2. Os eslovenos chegaram ao ponto de empate em 6 a 6. No primeiro tempo técnico, a equipe brasileira tinha dois de vantagem: 8 a 6. No bloqueio de Douglas, 9 a 6. Com ace de Lucão, a seleção verde e amarela chegou a 12 a 8. Lipe marcou 14 a 10. No bloqueio, a Eslovênia aproximou no placar e fez 13 a 15. Em combinação rápida de Bruninho com Lucão, 16 a 13. Wallace largou e marcou 18 a 14. O placar voltou a ficar equilibrado quando, no erro do Brasil, a seleção eslovena marcou 18 a 19. Renan pediu tempo. A equipe brasileira voltou a ter dois de vantagem em 22 a 20 e, depois, aumentou em 23 a 20. No bloqueio de Douglas, o Brasil fechou em 25 a 22. 

O equilíbrio permaneceu no início do segundo set. A seleção brasileira colocou um de vantagem com Isac, pelo meio de rede: 9 a 8. No lance seguinte, ace de Wallace e 10 a 8. Isac pontuou duas vezes seguidas no saque e o Brasil chegou a 14 a 10, forçando o adversário a pedir tempo. Na volta, mais um ace do central (15 a 10). Os eslovenos reagiram, fizeram 13 a 15 e foi a vez de Renan parar o jogo. O adversário ainda encostou em 14 a 15 e, no ace, deixou tudo igual em 15 pontos. Com bom saque de Bruninho, a equipe de Renan voltou a ter vantagem (17 a 15). A diferença se manteve em 19/17. Wallace marcou 20 a 18. Quando a seleção brasileira marcou 22 a 20, a Eslovênia pediu tempo. No bloqueio de Evandro, 23 a 20. Mais um bloqueio, dessa vez com Lucão, e 24 a 21. No erro do adversário, 25 a 21. 

Com Isac no contra-ataque o Brasil abriu 3 a 1 logo no começo do terceiro set. O placar ainda foi a 5 a 2. Superior em quadra e em boa passagem de Lipe pelo saque, a seleção brasileira fez 7 a 3. Douglas pela entrada de rede marcou 9 a 6. No ace do ponteiro, 11 a 7 e pedido de tempo do adversário. Ainda em grande passagem de Douglas pelo saque, a equipe verde e amarela chegou a 13/7. No segundo tempo técnico, a vantagem era de seis pontos: 16 a 10. No erro de saque dos eslovenos, o Brasil marcou 18 a 12. No ace de Bruninho, 20 a 13. O Brasil seguiu se impondo e venceu o último set por 25 a 16. 

“Sabemos que o Wallace é nossa grande potência de ataque, mas os nossos levantadores estão fazendo um trabalho muito bom, distribuindo para todos e todos estão preparados para rodar bola quando for acionado”, disse o ponteiro Douglas. 

“Estudamos bastante e quando o bloqueio não funciona a defesa está sempre ali. Isso é importante. Fazer bem o sistema e aqui não tem bola perdida. Os defensores também estão ali para ajudar e, conversando, os pontos vão saindo e, no decorrer do set, as coisas vão melhorando”, afirmou o central Isac. 

“Tudo que queríamos era chegar com um jogo de antecedência já garantido na Fase Final. Amanhã vamos conseguir dar um respiro para alguns jogadores como Lipe e Lucão, mas é claro que vamos entrar com tudo, para ganhar, pois é importante crescer cada vez mais na competição. Foco total na Bélgica agora”, concluiu o técnico Renan Dal Zotto. 

Equipes:

Brasil: Bruno, Wallace, Lucão, Isac, Lipe, Douglas e Thales (líbero)
entraram: William, Evandro, Maurício Souza, Lucas Lóh e Éder
técnico: Renan Dal Zotto

Eslovênia: Gasparini, Urnaut, Kozamernik, Cebulj, Pajenk, Ropret e Kovacic (líbero)
entraram: Šket, Stern, Pavlovic, Vincic e Stalekar
técnico: Slobodan Kovac

foto: FIVB/Divulgação