No ano passado tivemos a oportunidade de acompanhar o Sul-Americano de Clubes no ginásio da Vila Leopoldina, em São Paulo. O anfitrião Sesi-SP acabou ficando com o título e com uma vaga na Liga dos Campeões, mas o que mais chamou a atenção foi o baixo nível técnico de alguns jogos e a tabela simplória e pouco atrativa da competição.
Curiosamente nos anos anteriores, o país sede tinha direito a colocar duas equipes na competição, no caso campeão e vice do nacional, porém em 2011, apenas o Sesi-SP foi inscrito para a disputa com campeões na Argentina, Peru, Bolívia e Chile. O time de Giovane Gávio não teve adversário e em poucos dias (calendário apertado) acabou confirmando o favoritismo.
Após uma reclamação pública do Sada/Cruzeiro (vice da Superliga 2010/2011) vários clubes comentaram que o Sul-Americano poderia mudar sua fórmula, podendo até mesmo se tornar uma espécie de Liga dos Campeões, como ocorre na Europa. Essa questão deve ser abordada em breve pela entidade, que deve ganhar um novo presidente este ano, já que Ary Graça (também presidente da CBV) é forte candidato a comandar a FIVB.
“Não é uma utopia pensar nisso. Na década de 80, quem imaginou que o vôlei seria o segundo esporte do País? Há bons times na Argentina, Venezuela e Colômbia. Por que não fazer um Sul-americano mais forte e atrativo?”, afirmou o treinador do Vivo/Minas, Marcelo Fronckowiak.
A Superliga vem a cada edição melhorando sua organização, nível técnico e divulgação. Quem sabe o Sul-Americano não pode em breve trazer a rivalidade Brasil e Argentina que ocorre entre as seleções para os clubes, ou alguém esqueceu que até pouco tempo o Drean Bolivar era a grande força do continente com os brasileiros Wallace e Willian na equipe.
foto: Divulgação
Curiosamente nos anos anteriores, o país sede tinha direito a colocar duas equipes na competição, no caso campeão e vice do nacional, porém em 2011, apenas o Sesi-SP foi inscrito para a disputa com campeões na Argentina, Peru, Bolívia e Chile. O time de Giovane Gávio não teve adversário e em poucos dias (calendário apertado) acabou confirmando o favoritismo.
Após uma reclamação pública do Sada/Cruzeiro (vice da Superliga 2010/2011) vários clubes comentaram que o Sul-Americano poderia mudar sua fórmula, podendo até mesmo se tornar uma espécie de Liga dos Campeões, como ocorre na Europa. Essa questão deve ser abordada em breve pela entidade, que deve ganhar um novo presidente este ano, já que Ary Graça (também presidente da CBV) é forte candidato a comandar a FIVB.
“Não é uma utopia pensar nisso. Na década de 80, quem imaginou que o vôlei seria o segundo esporte do País? Há bons times na Argentina, Venezuela e Colômbia. Por que não fazer um Sul-americano mais forte e atrativo?”, afirmou o treinador do Vivo/Minas, Marcelo Fronckowiak.
A Superliga vem a cada edição melhorando sua organização, nível técnico e divulgação. Quem sabe o Sul-Americano não pode em breve trazer a rivalidade Brasil e Argentina que ocorre entre as seleções para os clubes, ou alguém esqueceu que até pouco tempo o Drean Bolivar era a grande força do continente com os brasileiros Wallace e Willian na equipe.
foto: Divulgação
