Com a 10ª colocação na Superliga 2011/2012 era questão de tempo que a diretoria do BMG/Montes Claros começasse a desmontar o elenco e a comissão técnica. Ainda trabalhando na aquisição de parcerias e renovações de patrocínios, o diretor Victor Oliveira, quer montar o mais rápido possível um bom grupo para a temporada 2012/2013.
O primeiro a deixar o clube mineiro foi o argentino Pereyra. O oposto pediu para se desligar do time na antepenúltima rodada da Superliga, já que não existiam mais chances de classificação e ele precisava de um descanso antes de se apresentar a seleção de seu país. Como não rendeu o esperado, as duas partes chegaram a um acordo e o jogador não atua mais no Pequi Atômico.
Quem também deu adeus ao BMG/Montes Claros foi o experiente levantador Rafinha, que duelou por várias rodadas com Rodrigo Rivoli pela vaga de titular. O clube mineiro não manifestou interesse em sua renovação e por isso liberou o atleta antes mesmo do fim do seu contrato. O mesmo ocorreu com o técnico Jorginho Schmidt, que acabou entrando na equipe dias antes da estreia na Superliga e recebeu duras críticas por modificar demais o sexteto titular, deixando o time sem uma base.
A diretoria do Pequi Atômico até fez uma proposta para Marcos Pacheco, mas o treinador acertou com o Medley/Campinas. O campeão olímpico Carlão, que chegou a ser cogitado antes da vinda de Jorginho Schmidt, continua nos planos, porém a questão está na liberação do Banco do Brasil, onde o ex-jogador tem contrato até 2013. Outra possibilidade é a contratação de um estrangeiro (Alguém pensou em Javier Weber?). O certo é que ninguém do BMG/Montes Claros quer arriscar e um comandante experiente deve desembarcar no norte de Minas Gerais.
foto: Cristiano Andujar/VIPCOMM
