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março 13, 2013

Ciente da necessidade de usar tecnologia, CBV testa diversos equipamentos

O voleibol é um esporte conhecido por inovar e aprimorar suas regras para agregar novos participantes ou até mesmo facilitar sua visibilidade na mídia. Neste momento, o que mais se discute é a utilização da tecnologia para diminuir os erros da arbitragem, algo que já foi adotado pelo tênis e que vem sendo estudado pela FIFA para ser inserido no futebol. 

A Federação Internacional de Voleibol já testou alguns equipamentos no último mundial interclubes, em Doha, porém a novidade causou algumas dúvidas, principalmente entre os clubes. Na Polônia, a federação local resolveu utilizar o challenge (ou desafio), mecanismo que possibilita que uma das equipes peça a revisão do lance. Aos poucos as comissões técnicas e jogadores vão se adaptando, assim como os torcedores e, principalmente, a televisão, que é fundamental neste caso. 

Por aqui, a Confederação Brasileira de Vôlei está ciente dessa necessidade e garante que tem a intenção de implementar a tecnologia no esporte. Entretanto, o que mais pesa no momento é o preço dos equipamentos, sejam aqueles que contêm um chip na bola ou que contam com um software com quatro câmeras. Alguns testes vêm sendo feitos e a expectativa é de que exista uma posição da entidade visando a Superliga 2013/2014. 

“Sou totalmente favorável e acredito que seja um caminho sem volta. Já fizemos contato com a empresa polonesa, responsável pela fabricação deste equipamento, mas ainda não tivemos retorno. O que sabemos é que trata-se de um alto investimento, já que seriam necessárias 16 câmeras de alta resolução instaladas em todos os ginásios do país. No entanto, acho que também não teríamos dificuldades em encontrar parceiros para arcar com esses custos”, comentou o superintendente da CBV, Renato D´Ávila. 

foto: Divulgação/FIVB
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